Times cansados decidem pior, reagem mais devagar e adoecem mais. A boa notícia: sono é treinável. Levo para dentro da empresa uma conversa clara, baseada em ciência, que ajuda as pessoas a dormir melhor e a reconhecer quando o problema pede cuidado médico.

Julgamento, controle de impulso e avaliação de risco são as primeiras funções a cair quando falta sono, e a pessoa cansada não percebe o próprio declínio. A conta chega diluída em presenteísmo e absenteísmo, quase nunca como uma linha do orçamento.
Fontes: Fiocruz e Ministério da Saúde; USP; RAND Europe, "Why Sleep Matters", 2016.
Presencial ou online, em português, inglês, espanhol ou francês. O conteúdo é ajustado ao público: liderança, times de operação ou todos os colaboradores.
Palestra e workshop de sono saudável
Um encontro interativo sobre os pilares de um sono saudável: o que de fato constrói boas noites, como monitorar o próprio sono, como reconhecer sinais de alerta e quando é hora de procurar um médico.
Acompanhamento mais longo, focado em construir hábitos melhores e detectar precocemente quem já convive com um distúrbio do sono, antes que vire um problema maior.
Cada tema pode virar uma palestra de uma hora, um workshop mais longo ou um módulo dentro de um programa. A combinação é definida junto com o RH.
Como a privação de sono ataca primeiro o julgamento, o controle de impulso e a avaliação de risco, e por que quem está cansado não percebe a própria queda. Voltado à liderança e a funções de decisão.
O que a ciência do ritmo circadiano permite fazer para proteger quem trabalha fora do horário biológico: escalas, luz, cochilos estratégicos, alimentação e recuperação entre turnos.
Mulheres dormem diferente, adoecem diferente e são diagnosticadas mais tarde. Menopausa, insônia e apneia feminina, um tema que costuma mobilizar comitês de diversidade e grupos de mulheres.
Como reconhecer a apneia do sono em quem "sempre dormiu assim", qual é o impacto cardiovascular e metabólico, e o caminho certo para diagnóstico e tratamento.
Sono como alavanca de saúde a longo prazo: memória, metabolismo, imunidade, recuperação física e o que os dados mostram sobre envelhecimento e demência.
O sono costuma ser o primeiro sintoma de um quadro emocional. Ansiedade, estresse crônico e depressão quase sempre aparecem antes como noites ruins, e cuidar do sono é uma forma precoce de cuidar do time.
O que smartwatches e anéis medem bem, o que eles não medem, e como usar esses dados sem virar refém deles. Tema popular com times de tecnologia e engenharia.
Workshop mão na massa: luz, cafeína, álcool, telas, horário de treino e rotina de desaceleração, com metas simples e resultado perceptível em 30 dias.
Sou médica otorrinolaringologista e especialista em medicina do sono, com títulos pela World Association of Sleep Medicine e pela European Sleep Research Society. Além do consultório, passei por cargos executivos em hospital, saúde digital e startups, e concluí o Stanford Ignite, programa de inovação e empreendedorismo da Stanford Graduate School of Business, em 2017. É isso que me permite falar a língua da diretoria, do RH e da operação na mesma sala.
Falo em quatro idiomas e já conduzi palestras em congressos internacionais na Europa e nos Estados Unidos. Trago para as empresas a mesma metodologia do consultório: prática, apoiada em ciência, sem promessas fáceis.

Conselho científico e estratégia clínica em produtos de saúde e sono.
Liderança de equipes clínicas e projetos de valor em saúde.
Educação executiva em saúde digital, estratégia e inteligência artificial.
Palestras internacionais e educação em saúde para o público geral.
Para montar o formato certo, ajuda saber quem é o público, quantas pessoas participam, se é presencial ou online, a data prevista e o idioma. Com isso, envio uma proposta com escopo e valores.
